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Resenha Crítica | Evocando Espíritos (2009)

Evocando Espíritos
Os filmes de terror já exploraram ameaças vindo de todos os lugares e se materializando de todas as formas, mas um ambiente que muitas vezes se apresenta infalível na tarefa de perturbar a platéia é o lar, que tantas vezes parece nos confortar por ser aquele espaço que nos mantem seguros de todos os riscos e perigos fora dele. A velha casa onde se passa a história que se vende como fato verídico em “Evocando Espíritos”, no entanto, é palco de um espetáculo repleto de excessos no que se diz respeito aos famosos sustos fáceis e desenvolvimento para lá de frouxo.

Um dos membros da família Campbell passa por uma fase delicada. Matt (Kyle Gallner, que em “Danika” interpretou o filho de Marisa Tomei) é diagnosticado com cancêr. Como maneira de seguir com rigidez todos os processos de tratamento em um conceituado hospital em Connecticut os seus pais, Sarah (Virginia Madsen) e Peter (Martin Donovan), compram uma casa no município para as baterias de exames. Já que Peter precisa trabalhar exaustivamente para ser capaz de lidar com todas as despesas, Sarah vai para a residência sem a sua companhia, mas com os seus outros dois filhos (Sophi Knight e Ty Wood) e Wendy (Amanda Crew), adolescente que a ajudará com as rotinas diárias.

Aos poucos o protagonista Matt começará a visualizar estranhos fenômenos se manifestando neste seu novo lar. A princípio imagina que tudo seja consequência do rigoroso tratamento. Mas quando os indícios de assombrações se intensificam o jovem terá que solucionar o que aconteceu na casa antes de sua família habitá-la. E com isto, o que daria espaço para resgatar os bons exemplares do gênero com a abordagem similiar, acaba se transformando em uma quase cópia de “Amityville – A Cidade do Horror”, só que piorada. Soa até risível o testemunho de Virginia Madsen na última sequência do filme, descrevendo que esta é uma história que poucos foram aqueles que presenciaram a tragédia do além. Uma pena que precisou se fazer um filme insuportável para compartilhar conosco esse acontecimento.

Título Original: The Haunting in Connecticut
Ano de Produção: 2009
Direção: Peter Cornwell
Elenco: Virginia Madsen, Kyle Gallner, Martin Donovan, Amanda Crew, Sophi Knight, Ty Wood, Erik J. Berg e Elias Koteas.
Nota: 2.5

11 Comments

  1. O Beto Roma, lá no site da M… fez uma resenha sobre esse filme também. Acho que vocês dois partilham a mesma opinião. Eu nem vi, porque ODEIO filmes de fantasmas.

    Abs!

  2. Dudu, eu li o texto do Beto quando você me falou através do Twitter. Ele foi bem bonzinho na hora de avaliar e escrever sobre o filme, que é terrível! Abraços!

  3. Pedro, fez bem! Prefiro que a minha casa passe a ser mal-assombrada do que ver filmes como “Evocando Espíritos” novamente.

  4. O filme é insuportável!? Julgando pelo trailer e pelos pôsteres, parecia promissor. Mas esses filmes de terror hollywoodianos têm as prévias boas mesmo e acabam decepcionando.
    Acho que vou esperar o DVD em vez de ir ao cinema.

    Cumps, Alex.

  5. Marcelo Coldfer Marcelo Coldfer

    acho a Virginia Madsen tão legal… Mas nem um sustinho daqueles que apelam pra os efeitos sonoros Alex ?

  6. Gustavo, é muito insuportável. O horror do filme praticamente se resume a sustos fáceis que nem prestam para ser eficientes. E o que me fez assistir o filme foi o pôster em flash, onde um personagem solta um ectoplasma da própria boca. Abraços!

    Cleber, ainda bem!

    Marcelo, eu também acho a Virginia bem legal. E eu não consegui me assustar em nenhuma cena do filme.

  7. Felipe Felipe

    Aff deixar de ver um filme porque alguém qualquer disse que não é bom, que ridículo!

    E se tratando do filme, é um gênero já muito explorado, ficando aquém de outros grandes nomes, mas também não é nenhum filme que não mereça a oportunidade de se assistir. Ao menos só assim, dá para julgar, perante nossa própria opinião e não de algum terceiro. Fica ae a dica. Vejam e julguem por si só.^^

  8. Felipe, embora eu tenha informado ao Pedro que ele fez bem em não ter visto o filme não significa que sugeri a ele que nunca o assista. Como hábito, sempre recomendo que todos vejam os filmes que comento, sejam eles ruins ou bons. Afinal, todos possuem uma opinião distinta sobre tudo, não é mesmo? Mas na minha humilde opinião não há nenhum atrativo que o faça ser uma obra obrigatória de ser vista.

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