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Resenha Crítica | Vidas Cruzadas | A Vida Íntima de Pippa Lee (2009)

Qualquer filme capaz de reunir um grande elenco atiça uma grande curiosidade. É o que acontece com “A Vida Íntima de Pippa Lee”, bizarramente batizado quando lançado em DVD como ‘Vidas Cruzadas” – o poster também foi horroroso. Porém, Rebecca Miller, em seu quarto longa-metragem, não soube se sobressair. Diretora de “O Tempo de Cada Um” e creditada como roteirista de “A Prova”, a esposa de Daniel Day-Lewis e filha do dramaturgo Arthur Miller com a fotógrafa Inge Morath desenvolve em “A Vida Íntima de Pippa Lee” o seu trabalho mais pessoal.
Publicado pela Editora Record com a chegada da adaptação cinematográfica nos cinemas, “A Vida Íntima de Pippa Lee” foi escrito pela própria Rebecca Miller. A história mostra Pippa Lee (Robin Wright), já velha, questionando os rumos que sua vida levou. Casada com Herb Lee (Alan Arkin), desvendamos o surgimento deste relacionamento em um passado bem distante e muito mais interessante de ser acompanhado com Blake Lively incorporando muito bem essa personagem em sua fase jovial.
Prejudicado pela fraquíssima performance de Robin Wright (ex-esposa de Sean Penn e na maior parcela de seus trabalhos ótima atriz), é impressionante testemunhar que estamos diante de personagens secundários muito mais interessantes do que a própria protagonista. Pippa Lee na juventude é uma mulher cheia de camadas, mas é a fotógrafa lésbica de Julianne Moore, a desequilibrada mãe de Pippa feita por Maria Bello e até mesmo a amante suícida de Herb feita em ponta por Monica Bellucci que verdadeiramente chamam a nossa atenção. Mesmo assim, não mantem em equilíbrio a história chata composta por Rebecca Miller, com reflexões descartáveis sobre autoconhecimento.
Título Original: The Private Lives of Pippa Lee
Ano de Produção: 2009
Direção: Rebecca Miller
Elenco: Robin Wright, Alan Arkin, Blake Lively, Keanu Reeves, Mike Binder, Winona Ryder, Maria Bello, Zoe Kazan, Shirley Knight, Monica Bellucci e Julianne Moore

Vidas Cruzadas | A Vida Íntima de Pippa Lee | The Private Lives of Pippa LeeQualquer filme capaz de reunir um grande elenco atiça uma grande curiosidade. É o que acontece com “A Vida Íntima de Pippa Lee”, bizarramente rebatizado quando lançado em DVD como “Vidas Cruzadas” – o poster também foi horroroso. Porém, Rebecca Miller, em seu quarto longa-metragem, não soube se sobressair. Diretora de “O Tempo de Cada Um” e creditada como roteirista de “A Prova”, a esposa de Daniel Day-Lewis e filha do dramaturgo Arthur Miller com a fotógrafa Inge Morath desenvolve em “A Vida Íntima de Pippa Lee” o seu trabalho mais pessoal.

Publicado pela Editora Record com a chegada da adaptação cinematográfica nos cinemas, “A Vida Íntima de Pippa Lee” foi escrito pela própria Rebecca Miller. A história mostra Pippa Lee (Robin Wright), já velha, questionando os rumos que sua vida levou. Casada com Herb Lee (Alan Arkin), desvendamos o surgimento deste relacionamento em um passado bem distante e muito mais interessante de ser acompanhado com Blake Lively incorporando muito bem essa personagem em sua fase jovial.

Prejudicado pela fraquíssima performance de Robin Wright (ex-esposa de Sean Penn e na maior parcela de seus trabalhos ótima atriz), é impressionante testemunhar que estamos diante de personagens secundários muito mais interessantes do que a própria protagonista. Pippa Lee na juventude é uma mulher cheia de camadas, mas é a fotógrafa lésbica de Julianne Moore, a desequilibrada mãe de Pippa feita por Maria Bello e até mesmo a amante suicida de Herb feita em ponta por Monica Bellucci que verdadeiramente chamam a nossa atenção. Mesmo assim, não mantem em equilíbrio a história chata composta por Rebecca Miller, com reflexões descartáveis sobre autoconhecimento.

Título Original: The Private Lives of Pippa Lee
Ano de Produção: 2009
Direção: Rebecca Miller
Elenco: Robin Wright, Alan Arkin, Blake Lively, Keanu Reeves, Mike Binder, Winona Ryder, Maria Bello, Zoe Kazan, Shirley Knight, Monica Bellucci, Tom Guinee e Julianne Moore
Cotação: 2 Stars

3 Comments

  1. Mesmo com suas ressalvas, é justamente por causa do EXCELENTE elenco que eu quero conferir este filme.

  2. Péssimo esse título que deram pro DVD… eu gostei do filme, achei subjetivo e me instigou bastante. Mas… é bem problemático mesmo. 3 estrelas.

  3. – Kamila, bom, antecipo que é uma grande decepção, mas com um elenco desse é difícil passar batido.

    – Wally, “O Tempo de Cada Um” foi um filme tão bom que eu esperava por um projeto mais denso por parte de Rebecca Miller. Fica para a próxima.

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