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Resenha Crítica | O Poder e a Lei (2011)

Dramas de tribunal sempre tiveram público garantido. No cinema e também na telinha, como se vê nos sucessos de audiência de “The Good Wife” e “Damages”, Porém, é bacana quando surgem narrativas originais, que ousam ao investir em terrenos pouco explorados. Este é o caso de “O Poder e a Lei”, segundo longa-metragem dirigido por Brad Furman.

A novidade no roteiro de John Romano, que adapta o elogiado romance de Michael Connelly (“Advogado de Porta de Cadeia”), consiste no tipo interpretado por Matthew McConaughey, Mick Haller. Este advogado moralmente ambíguo é daqueles que só está a serviço de gente barra-pesada e que promove crimes nas ruas de Los Angeles. Esta escolha profissional acarretou o fim de seu casamento com a promotora de justiça Maggie (Marisa Tomei). Ao defender o playboy Louis Roulet (Ryan Phillippe) de um crime que ele aparentemente não cometeu, Mick se descobre demasiadamente envolvido neste caso que colocará sua vida em risco.

Recepcionado com boas críticas, o material de “O Poder e a Lei” deve ser adaptado em formato de seriado pela ABC. Cinematograficamente, “O Poder e a Lei” contém boa fluidez, com reviravoltas que surgem na medida certa. Por outro lado, o terceiro ato não fecha o todo de maneira brilhante, resumindo-se a um suspense convencional. Mesmo assim, “O Poder e a Lei” pende mais para o lado positivo numa balança de pós e contras, especialmente pela presença de Matthew McConaughey como protagonista, superando a fase de galã de comédias românticas com um desempenho de verdade.

Título Original: The Lincoln Lawyer
Ano de Produção: 2011
Direção: Brad Furman
Roteiro: John Romano, baseado no romance “Advogado de Porta de Cadeia”, de Michael Connelly
Elenco: Matthew McConaughey, Marisa Tomei, Ryan Phillippe, William H. Macy, Josh Lucas, John Leguizamo, Michael Peña, Bob Gunton, Frances Fisher, Bryan Cranston, Trace Adkins, Laurence Mason, Margarita Levieva, Pell James, Shea Whigham, Katherine Moennig, Michaela Conlin, Mackenzie Aladjem, Reggie Baker, Javier Grajeda, David Castro, Conor O’Farrell e Michael Paré
Cotação: 3 Stars

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