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Resenha Crítica | O Monge (2011)

O diretor alemão Dominik Moll tem uma filmografia pequena, mas nela há dois títulos que confirmam sua aptidão para histórias obscuras. São deles “Harry Chegou Para Ajudar” e “Lemming – Instinto Animal”, ambos bem avaliados quando foram lançados em homevideo no Brasil. Em “O Monge”, Dominik Moll lida com o mesmo gênero ao contar uma história religiosa sob estética gótica. Infelizmente, quando o filme consegue causar algum incômodo não é por mérito do diretor, mas sim pelo trabalho musical do compositor Alberto Iglesias aliado aos tons obscuros da fotografia de Patrick Blossier. Também falta ao filme um maior equilíbrio narrativo, com mistérios ganhando respostas ora banais, ora antes do tempo.

Exibido na última edição do Festival Varilux de Cinema Francês e desde ontem em cartaz no Rio de Janeiro, “O Monge” ganhou crítica assinada por mim no Cenas de Cinema. Para conferi-la, basta clicar aqui.

One Comment

  1. É, não se trata mesmo de um filme que fora bem recebido, apesar de contar com a presença do sempre interessante Vincent Cassel. Pena. Belo texto!

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