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Ponto Crítico – Set/13

Ponto Crítico - Set-13

Saudações cinéfilas.

Fazia um bom tempo que o público não testemunhava no circuito a presença de um filme de terror realmente aterrorizante. Mente por trás do primeiro episódio da franquia “Jogos Mortais”, James Wan resgatou os elementos que asseguraram o sucesso de grandes clássicos do gênero para fazer “Invocação do Mal“, que nesta edição do Ponto Crítico é celebrado como o melhor lançamento.

Melhor filme de Ron Howard em muito tempo, “Rush – No Limite da Emoção” disputou com “Invocação do Mal” a primeira posição com afinco, mas a média não foi alta o suficiente, bem como o pequeno “Las acacias”, que ocupa o terceiro lugar do Ponto Crítico. Já o lanterninha da vez é o brasileiro “O Tempo e o Vento”, cuja narrativa episódica o fez ser comparado com uma minissérie global.

Os demais podem ser visualizados em nossa tabela. Para melhor visualização, basta ampliá-la.

 

TOP 5

 

80Invocação do Mal, de James Wan [16/19]
Invocação do Mal é uma daquelas produções à moda antiga, que definitivamente prova que um vão escuro atrás da porta pode ser muito mais apavorante do que uma fratura exposta. + Artes & Subversão

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76Rush – No Limite da Emoção, de Ron Howard [15/19]
Ron Howard transmite, com o apoio das ótimas atuações de seus dois atores centrais, aquilo que fazia com que Niki Lauda e James Hunt sempre ficassem um de encontro ao outro. + Cinéfila por Natureza

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75Las acacias, de Pablo Giorgelli [9/19]
Sem verborragia, um característica comum do cinema atualmente, vemos os personagens externarem seus anseios e preocupações em olhares melancólicos, naquela palavra que fica travada na garganta ou em atitudes minimalistas como o cigarro que é acesso de maneira urgente e atrapalhada. + Espectador Voraz

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66Preenchendo o Vazio, de Rama Burshtein [6/19]
Preenchendo o Vazio levanta um véu sobre este ambiente complexo, em que há muita comunhão e alegria, mas é também muito fechado em si mesmo.  + Cineweb

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65Esse Amor que Nos Consome, de Allan Ribeiro [5/19]
O grande problema do filme é justamente a indecisão sobre o que pretende ser. Esse Amor que Nos Consome não é nem um filme sobre a companhia de dança, nem sobre a vida dos próprios Larsen e Barbot e muito menos uma alegoria sobre crenças em orixás. + Adoro Cinema

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Lanterninha

41O Tempo e o Vento, de Jayme Monjardim [6/19]
Esteticamente, O Tempo e o Vento é admirável pela recriação de época, mas na ânsia de querer se equiparar visualmente aos clássicos hollywoodianos dos anos 30/40, com trilha sonora oponente e fotografia oscilante, a pieguice se faz inevitável. + Pós-Première

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Participaram desta edição: Alex Gonçalves (Cine Resenhas), Elton Telles (Pós-Première), Erika Liporaci (Artes & Subversão), Francisco Carbone (Cineplayers), Gustavo H. Razera (Cine Cápsulas), Hélio Flores (Cinefilia.com), João Paulo (Cine JP), Kamila Azevedo (Cinéfila Por Natureza), Luis Galvão (Galvanismo), Marçal Viana (Lixeira Dourada), Marcelo Ferreira (Visitante), Márcio Sallem (Em Cartaz), Mateus Denardin (All POP Stuff), Maza Rigotti (Cinéfilos Famintos), Mila Ramos (Cenas de Cinema), Pedro Henrique (Tudo é Crítica), Pedro Tavares (Cinema o Rama), Rafael Carvalho (Moviola Digital) e Robson Saldanha (Portal Cine).

4 Comments

  1. Um só filme visto! Foi recorde, essa! rsrsrsrsrsrsrs

    Obrigada por ter destacado um trecho de minha crítica para “Rush – No Limite da Emoção”.

    • Você deveria ter feito um esforcinho para assistir “Invocação do Mal”, que é um filmaço.

  2. Feliz por ver um despretensioso filme de gênero liderando o mês.

    • Gustavo, também estou feliz por ver um filme do gênero atingindo uma ótima média.

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