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Melhores de 2013: Direção

Alfonso Cuarón directing Gravity

Alfonso Cuarón, por “Gravidade

Os produtores de Hollywood que costumam obter maior retorno com os seus investimentos são aqueles que buscam por talentos fora da indústria americana e não prejudicam a visão artística que estes têm a oferecer. Nascido no México, Alfonso Cuarón nem sempre acertou no alvo (sua versão de “Grandes Esperanças” é uma das mais insípidas já vistas no cinema), mas a sua assinatura autoral em títulos como “Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban” (o melhor da franquia) e “Filhos da Esperança” revelou que logo se manifestaria um diretor que realizaria uma obra visionária. Pois esse momento chegou com “Gravidade”, blockbuster que lhe rendeu os prêmios principais como Melhor Diretor ao materializar o que parecia impossível até mesmo para fábrica de sonhos que é o cinema: permitir que o espectador mergulhe em uma história de renascimento ambientada no espaço. Amigo próximo dos também mexicanos Alejandro González Iñárritu e Guillermo del Toro, Cuarón é uma das salvações de uma indústria cinematográfica perdida em meio a franquias inexpressivas e que, desde já, nos mantêm com expectativas altas quanto ao anunciamento de um novo projeto.

Outros indicados: James Wan (“Invocação do Mal”) | Kathryn Bigelow (“A Hora Mais Escura”) | Park Chan-wook (“Segredos de Sangue”) | William Friedkin (“Killer Joe – Matador de Aluguel“)

Em 2012: Michel Hazanavicius, por “O Artista
Em 2011: Denis Villeneuve, por “Incêndios
Em 2010:
Roman Polanski, por “O Escritor Fantasma
Em 2009: Yôjirô Takita, por “A Partida
Em 2008: Joe Wright, por “Desejo e Reparação”
Em 2007: William Friedkin, por “Possuídos

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