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Os Cinco Seriados Prediletos de Paolo Enryco

Paolo Enryco

Ao começar a faculdade de Jornalismo no primeiro semestre de 2013, me espantou a preferência exorbitante de calouros interessados na formação com o objetivo de ingressar a área de Jornalismo Esportivo. Havia também uma parcela interessada em trabalhar como repórteres para emissoras de tevê. Somente eu confirmei o meu objetivo de atuar como jornalista cultural.

Formado em Direito, Paolo Enryco encara o Jornalismo tendo uma bagagem cultural extensa. Daí a identificação quase imediata com um sujeito que conversa com empolgação sobre um sem número de assuntos que não se restringem ao que trabalhamos em sala de aula. Veio assim a oferta de se apropriar de um espaço no Cine Resenhas para escrever sobre seriados, atrações televisivas das quais não acompanho com o mesmo fervor que o Paolo.

Reservo agora a chance para o Paolo conversar um pouco com vocês sobre algumas séries que o marcaram antes de formar a sua seleção de prediletos. No entanto, antes de me despedir, indico o seu blog com os seus devaneios do cotidiano, Eu Penso…

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Por Paolo Enryco

Antes, preciso explicar que as escolhas foram baseadas somente em séries encerradas, por isso não vão encontrar menções a “Game of Thrones”, “The Walking Dead”, “Mad Man” ou “The Big Bang Theory” nessa lista – mas sim, pretendo comentá-las futuramente. Também informo que concordo com críticas sobre séries aclamadas, desconsideradas na minha seleção. Tipo, “Friends”, “Lost”, “Seinfeld” ou “Twin Peaks”.

Ok, vou explicar. “Friends” se popularizou porque já existia aquele gênero de comédia com sonoplastia de risadas, tal qual “El Chavo del Ocho” ou “Diff’rent Strokes”. Sim, eu gosto dessas séries, são engraçadas e tal, mas vamos combinar que é chato a direção decidir a hora de dar risada.

“Lost” começou muito bem. Mas foi caindo, caindo… Não merece porque é o tipo da série “barriga”, enrola, enrola pra chegar a nada. A boa série tem que saber a hora de acabar (como fez primorosamente Vince Gilligan em “Breaking Bad”). Então, J.J. Abrams, você não merece estar na minha lista (apesar de ter criado “Felicty”, a série menininha que gostei).

Por fim, “Seinfield” e “Twin Peaks”, dois possíveis pecados da minha vida, já que a primeira tentei ver e não achei muita graça pela falta de continuidade, enquanto a segunda realmente não assisti, apesar da indicação do meu senhorio. Culpa minha, nos dois casos.

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Os Sopranos

Família Soprano (1999–2007)

Ok, creio que essa talvez seja unanime. Uma obra-prima, ótimos diálogos, ótimo ritmo.  Além da profundidade dos personagens centrais, os coadjuvantes não são deixados de lado nessa série (afinal, quem nunca se colocou no lugar do Christopher Moltisanti em seu dilema com a Adriana?). E mais: que final foi aquele!? Arrepia de lembrar! “Don’t Stop Believin'”, nunca mais teve o mesmo significado depois dessa série.

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Breaking BadBreaking Bad: A Química do Mal (2008–2013)

Obra prima! O senhor Gilligan fez tudo certinho. A série flutuou em temas pesados e deu passos profundos em temas leves. Acabou na hora certa e ainda deixa um gosto de quero mais. Talvez não tenha ganho de “Sopranos” pelo episódio final.

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The Office

The Office (2005–2013)

“That’s what she said!”. Cara, essa séria passeou por todas minhas sensações de humor, raiva, carinho e tristeza. E é “apenas” uma série de humor. E ninguém escolhe quando você vai rir! #MichaelScott4ever!

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Sex and the City (1998–2004)

Sim é uma série de mulheres, para mulheres, que eu gostei muito. Pelo menos na minha adolescência quando eu acreditava existir uma lógica em entendê-las. Essa série revolucionou o mundo muito mais que aquele séria da ilha – desculpem os sériemaníacosfanáticosporlost. Talvez não uma revolução audiovisual midiática, mas algo maior: a sociedade – e as mulheres.

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Boardwalk EmpireBoardwalk Empire (2010-2014)

Sim, ela tem um ritmo pesado. Às vezes é difícil assistir, mas se você chegar nos finalmentes, os finais de temporadas são realmente (desculpem o termo) “foderosos”. Tiro, porrada e bomba, que deixa “Sopranos” e “Breaking Bad” a ver navios. E meu amigo, essa ultima temporada foi de (desculpem novamente) “cagar arroz doce”.

8 Comments

  1. Muito bom o post… quem não conhece Michael Scott não sabe de nada inocente.

  2. Paulo Soares Paulo Soares

    Opâ! ótimas escolhas! Apenas carrego o peso eterno de nunca ter visto Os Sopranos todos =/

    • Paulo, eu também nunca vi “Os Sopranos”, mas já cogitei comprar o box.

  3. sou fã de The Office e de Sopranos. Faz tempo que tento decidir a minha comédia preferida, mas não consigo escolher entre The Office e Seinfeld.

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