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Prêmio Review | Melhores de 2015: Filme

Prêmio Review - Melhor Filme - Whiplash Em Busca da Perfeição

 

“É muito válido apontar no elenco o brilhante protagonismo de Milles Teller, mas não tem como não se encantar com o benevolente antagonismo de J.K. Simmons, que dribla todos os artifícios manjados que poderiam ser encontrados em seu personagem, abusando da racionalidade, mas usando a emoção nas doses e nos momentos certos, mostrando a faceta daquele que está julgando e que sabe que o melhor resultado provém da pessoa que faz um bom trabalho.” – Brenno Bezerra [Rede Cinéfila]

“Confirmando a máxima de que a música é 5% inspiração e 95% transpiração, o filme aproxima-se da realidade ao demonstrar que até mesmo os virtuoses – aqueles que nescem com o dom – precisam se dedicar e se esforçar até o limite de suas forças para chegar onde desejam. Para ver, ouvir e se deleitar.” – Cecilia Barroso [Cenas de Cinema]

“A montagem impetuosa de Tom Cross salta dos gestos secos de Fletcher aos planos-detalhe dos instrumentos – para ele, há apenas acordes – com a precisão que exigida de seus alunos, de maneira a criar, com auxílio da excelente trilha sonora de Justin Hurwitz, a sensação de estarmos assistindo ao aterrorizante nascimento de um concerto de jazz.” – Márcio Sallem [Em Cartaz]

Ao final da cena apoteótica que encerra “Whiplash: Em Busca da Perfeição”, filme dirigido e escrito por Damien Chazelle, é impossível não imaginar Andrew (Milles Teller) incorporando uma Nina (Natalie Portman, no filme “Cisne Negro”) e afirmando para si mesmo: “Eu senti. Perfeito. Eu fui perfeito”. – Kamila Azevedo [Cinéfila por Natureza]

É a técnica fazendo algo empolgante como há anos não víamos em uma sequência final. E também o próprio roteiro, resolvendo questões decisivas da trama sem uma palavra sequer – e sem precisar delas. Como o próprio filme sugere com a chegada dos créditos finais, as palmas ficam por nossa conta. – Matheus Pannebecker [Cinema e Argumento]

“Whiplash” é uma apoteose. No subtexto feroz que articula sobre a obsessão e por devolver à música aquele sentido estupendo que poucas vezes o cinema tangenciou como na derradeira cena desta pequena obra-prima contemporânea. – Reinaldo Glioche [Cineclube]

Damien Chazelle realiza um trabalho sedutor, que até certo ponto bebe de conceitos e ideias que filmes como Nascido para Matar e Cisne Negro aplicam em outros universos. – Wanderley Teixeira [Chovendo Sapos]

Outros indicados: A Gangue | A Lição | A Pele de Vênus | Força Maior | Livre | Mad Max: Estrada da Fúria | Mistress America | O Julgamento de Viviane Amsalem | Sicario: Terra de Ninguém

Em 2014: Nebraska
Em 2013:
A Hora Mais Escura
Em 2012:
O Artista
Em 2011:
Incêndios
Em 2010: Os Homens Que Não Amavam As Mulheres
Em 2009: A Partida
Em 2008: O Nevoeiro
Em 2007: Possuídos

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