Resenha Crítica | O Chamado 3 (2017)

Rings, de F. Javier Gutiérrez

Há 15 anos, Gore Verbinski promoveu uma grande revolução no terror mainstream em “O Chamado”, refilmagem do japonês “Ringu – O Chamado”. De repente, várias histórias de fantasmas nipônicos começaram a invadir o ocidente, formando um público cativo inclusive para os j-horrors. Como em qualquer segmento do gênero, a glória durou por apenas alguns anos, com o gênero recebendo uma nova recauchutada com a vinda de “Jogos Mortais” e “O Albergue”, que inauguraram o torture porn, hoje também obsoleto.

Por tudo isso, o maior mistério de “O Chamado 3” acaba sendo a sua própria existência, equivocada em um cenário que já não tem mais interesse por novas maldições pregadas por Samara Morgan. Abaixo, você pode assistir ao meu comentário completo sobre a continuação, que entra em cartaz no Brasil hoje.

Data:
Filme:
O Chamado 3
Avaliação:
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Sobre Alex Gonçalves
Editor do Cine Resenhas desde 2007, Alex Gonçalves é estudante de Jornalismo e viciado em música, fotografia, leitura e escrita. Mais informações na página "Sobre".

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