Resenha Crítica | O Estranho Que Nós Amamos (2017)

The Beguiled, de Sofia Coppola

Desde a exibição no último Festival de Cannes, a imprensa tem propagado que “O Estranho que Nós Amamos” de Sofia Coppola é uma resposta feminina e feminista para a versão aparentemente machista do original dirigido por Don Siegel em 1971. Comparado os filmes, ambos adaptados do romance de Thomas Cullinan (até hoje não traduzido no Brasil), a afirmação parece não encontrar respaldo, sendo somente um caso de uma mesma história que recebe tons distintos pelas personalidades distintas de seus realizadores.

No vídeo a seguir, dou destaque para a versão atualmente em cartaz nos cinemas, mas também reservo uma parte para descrever o impacto ainda causado pelo clássico que traz Clint Eastwood como John McBurney, soldado inimigo resgatado por um grupo de mulheres abandonadas à própria sorte em plena Guerra Civil.

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Data:
Filme:
O Estranho Que Nós Amamos
Avaliação:
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Sobre Alex Gonçalves
Editor do Cine Resenhas desde 2007, Alex Gonçalves é estudante de Jornalismo e viciado em música, fotografia, leitura e escrita. Mais informações na página "Sobre".

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