Os 10 Melhores Filmes da 41ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo

Seguindo a tradição de edições anteriores da Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, o Cine Resenhas convocou alguns colegas de blogosfera e de encontros e desencontros durante a maratona de filmes para contribuir com o levantamento dos melhores da 41ª edição produzido a seguir. Dentro de uma programação com quase 400 títulos, chegamos à lista com os 10 mais celebrados – excetuando curtas e retrospectivas, as demais produções foram elegíveis para votação.

A ordem do décimo ao primeiro colocado foi estabelecida com base nas posições em que os filmes se apresentaram dentro de cada relação individual, devidamente disponível na última parte desta publicação. Ainda que não tenha sido necessário somar a quantidade de menções de cada um como critério de desempante (como aconteceu no ano passado, no qual “Elle” e “Martírio” contavam com a mesma pontuação, mas com quantidade diferente de citações), a informação está presente ao lado dos pontos obtidos.

O Cine Resenhas agradece a participação dos 19 convidados para este ano e aproveita para recomendar ao leitor a visita em seus endereços, devidamente lincados nas listas individuais.

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10º Lugar
The Square, de Ruben Östland 
36 pontos | 7 menções

Muito se falou como “The Square” questiona o limite da arte, e mesmo da arte performática e da própria liberdade de expressão. Mas embora esse seja um dos pontos centrais do filme, ele funciona melhor quando aborda as dinâmicas sociais de relacionamento. Com um humor ácido, pontuado pelo uso da música “Ave Maria”, que dialoga como o nome do protagonista do mesmo modo como suas ações criam antíteses com ele, a narrativa é mais eficiente em sua primeira metade, no sentido de deixar claro o que pretende dizer. O resultado é uma obra provocativa e instigante. + [Isabel WittmannEstante da Sala]

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9º Lugar
Arábia, de Affonso Uchôa e João Dumans 
41 pontos | 5 menções

Em momento de reformas trabalhistas baseadas na invisibilização daqueles que são os principais afetados por elas, um filme como “Arábia”, em toda sua profundidade, chega justamente para descortinar a barreira que políticas velhas liberais insistem em criar. Ao expor, de maneira simples e muito orgânica, as andanças de Cristiano por Minas Gerais, traz a realidade para que seja vista por todos, próximos e distantes, conhecedores e ignorantes daquele que é o cotidiano de tantos brasileiros. + [Cecilia BarrosoCenas de Cinema]

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8º Lugar
O Amante de Um Dia, de Philippe Garrel 
50 pontos | 8 menções

Garrel segue interessado pela dubiedade dos relacionamentos amorosos, pelas inconstâncias humanas a partir dos desejos de cada um, através daquele delicado toque anacrônico e melancólico, só que firmado nos dias atuais – algo já tanto reprocessado por ele mesmo, mas em ambientação sempre muito gostosa de revisitar. [Rafael CarvalhoMoviola Digital]

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7º Lugar
Três Anúncios Para Um Crime, de Martin McDonagh 
52 pontos | 7 menções

Sem abrir mão do seu humor desconcertante, desse em que o espectador repensa sobre a gargalhada sonora que deu no segundo seguinte, McDonagh ainda oferece um filme humano que jamais desacredita na possibilidade de redenção de seus protagonistas, inclusive Dixon, aquele modelo incorrigível no qual jamais depositaríamos qualquer possibilidade de recomeço. Por tudo isso, a sede de vingança vem a ser secundária quando o fardo de continuar seguindo em frente é mais tolerável. + [Alex GonçalvesCine Resenhas]

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6º Lugar
Loveless, de Andrey Zvyagintsev 
54 pontos | 8 menções

A obra termina, ao mesmo tempo, de forma pessimista, elegante e cíclica, revisitando os galhos secos, decorrentes da frieza natural do ambiente no qual foram impostos, que vimos no início. Galhos que representam uma árvore genealógica de frieza tão característica dos estereótipos russos, mas que retratam uma história que poderia ter acontecido em qualquer lugar. É um filme que te esgota, que rouba sua força vital não através da tensão, mas do desamparo. Se Alyosha é encontrado ou não, no final, não importa. Ele é um sintoma, desde sempre um fantasma, um equívoco, e essa constatação vem no meio da projeção, quando nos ocorre de que o garoto nem ao menos chegou a existir. + [Cauê PetitoNervos]

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5º Lugar
Scary Mother, de Ana Urushadze
56 pontos | 9 menções

“Scary Mother” não é um filme convencional, nem uma abstração intragável. É sim uma convincente amálgama do real e o imaginário, comunicando sua narrativa ao espectador através de pequenos detalhes e sugestões, assim como sua protagonista encontra inspiração nos azulejos manchados de seu banheiro. Há algum momento ou outro redundante ou autoexplicativo, mas a experiência satisfaz por permitir que o público faça suas interpretações e por isso se coloque no lugar da própria Manana. Não é de se assustar que tenha sido escolhido como representante da Geórgia nos Oscar de 2018. + [Caio VechiatoCinematecando]

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4º Lugar
O Dia Depois, de Hong Sang-soo 
58 pontos | 9 menções

Falsas identidades que levam a falsas percepções de narrativa. A esposa confunde a amante, a novata fica confusa a respeito de quem é, de fato, seu chefe e o chefe é mais um daqueles machos hongsangsoonianos (essa expressão existe?) idiotas que se escondem sob uma falaciosa superioridade em face das mulheres ao seu redor. Neste sentido, não deixa de ser um binômio construção-desconstrução de personalidades que é operado pela estrutura narrativa não-linear. [Yuri DeliberalliDiscurso Cinematográfico]

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3º Lugar
Visages, Villages, de Agnès Varda e JR 
71 pontos | 10 menções

As discussões entre Varda e JR são hilárias e cheias de afeto e todo esse carinho é impresso na telona. Além das risadas garantidas, o documentário também se encaminha para um lado mais profundo, quando os entrevistados dessas pequenas cidades narram suas histórias. A cada local que passam, Varda e JR deixam um registro de sua visita e logo partem em busca de novas histórias e imagens. “Visages, Villages” é divertido porque cativa o espectador por conta do carisma de seus diretores, mas também desperta emoção ao registrar, de forma imagética, sentimentos de ilustres desconhecidos comovidos pelas proezas de dois grandes artistas. + [Vitor BúrigoCINEVITOR]

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2º Lugar
Custódia, de Xavier Legrand
79 pontos | 11 menções

O espectador é levado a fazer os cálculos do desfecho sem se perder. É como se a gente já conhecesse histórias semelhantes, ao mesmo tempo que queremos que nada de ruim aconteça. Eu espero que “Custódia” chegue facilmente no nosso circuitão comercial, porque o filme é tão bom quanto necessário no momento presente. + [Adécio Moreira Jr., Poses e Neuroses]

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1º Lugar
As Boas Maneiras, de Juliana Rojas e Marco Dutra
89 pontos | 14 menções

O trabalho de Marco Dutra e Juliana Rojas está em constante evolução. Dos primeiros curtas aos longas realizados solo ou em parceria, a dupla de cineastas construiu uma carreira sólida, explorando os limites do cinema de gênero, algo raro na produção do nosso país e encontrando uma assinatura que cria um elo entre todos os trabalhos que lançaram até agora. Nesse sentido, “As Boas Maneiras” é o filme mais bem resolvido dos dois, que namoram com um cinema mais popular, mas não abrem mão das próprias marcas e da ousadia.  + [Chico FiremanFilmes do Chico]

 

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Os 10 melhores filmes da 41ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo segundo Alex Gonçalves, editor do Cine Resenhas:

01. Três Anúncios Para Um Crime, de Martin McDonagh
02. Loveless, de Andrey Zvyagintsev
03. A Sombra da Árvore, de Haffsteinn Gunnar Sigurdsson
04. Scary Mother, de Ana Urushadze
05. Happy End, de Michael Haneke
06. Custódia, de Xavier Legrand
07. Bikini Moon, de Milcho Manchevski
08. A Trama, de Laurent Cantet
09. Não Me Ame, de Alexandros Avranas
10. As Boas Maneiras, de Juliana Rojas e Marco Dutra

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Os convidados:

Adécio Moreira Jr. | Poses e Neuroses

01. Pororoca, de Constantin Popescu
02. Custódia, de Xavier Legrand
03. Assim é a Vida, de Eric Toledano e Olivier Nakache
04. As Boas Maneiras, de Juliana Rojas e Marco Dutra
05. Três Anúncios Para um Crime, de Martin McDonagh
06. Feio e Cega, de Tom Lass
07. Lucky, de John Carroll Lynch
08. Ana, Meu Amor, de Cãlin Peter Netzer
09. Aos Teus Olhos, de Carolina Jabor
10. The Square, de Ruben Östland

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Adriano Garrett | Cine Festivais

01. 24 Frames, de Abbas Kiarostami
02. Arábia, de Affonso Uchôa e João Dumans
03. As Boas Maneiras, de Juliana Rojas e Marco Dutra
04. Custódia, de Xavier Legrand
05. O Dia Depois, de Hong Sang-soo
06. Aqueles Que Estão Bem, de Cyril Schäublin
07. Cocote, de Nelson Carlo de los Santos Arias
08. Napalm, de Claude Lanzmann
09. Três Quartos, de Ilian Metev
10. Scary Mother, de Ana Urushadze

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Caio Vechiato | Cinematecando

01. Visages, Villages, de Agnès Varda e JR
02. Sem Data, Sem Assinatura, de Vahid Jalilvand
03. Babylon Berlin, de Achim von Borries, Henk Handloegten e Tom Tykwer
04. Uma Questão Pessoal, de Pablo e Vittorio Taviani
05. O Outro Lado da Esperança, de Aki Kaurismäki
06. Scary Mother, de Ana Urushadze
07. Lucky, de John Carroll Lynch
08. Aos Teus Olhos, de Carolina Jabor
09. O Trabalho, de Gethin Aldous e Jairus Mcleary
10. A Oeste do Rio Jordão, de Amos Gitaï

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Cauê Petito | Nervos

01. Loveless, de Andrey Zvyagintsev
02. Scary Mother, de Ana Urushadze
03. Custódia, de Xavier Legrand
04. Três Anúncios Para Um Crime, de Martin McDonagh
05. As Boas Maneiras, de Juliana Rojas e Marco Dutra
06. Dhogs, de Andrés Goteira
07. Feio, de Juri Rechinsky
08. Bikini Moon, de Milcho Manchevski
09. Sexo, Piedade e Solidão, de Lars Montag
10. Happy End, de Michael Haneke

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Cecilia Barroso | Cenas de Cinema

01. Cocote, de Nelson Carlo de los Santos Arias
02. Arábia, de Affonso Uchôa e João Dumans
03. Pororoca, de Constantin Popescu
04. Pela Janela, de Caroline Leone
05. Antônio Um Dois Três, de Leonardo Mouramateus
06. O Amante de Um Dia, de Philippe Garrel
07. O Pacto de Adriana, de Lissette Orozco
08. As Boas Maneiras, de Juliana Rojas e Marco Dutra
09. A Trama, de Laurent Cantet
10. Grão, de Semih Kaplanoğlu

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Chico Fireman | Filmes do Chico

01. O Amante de Um Dia, de Philippe Garrel
02. As Boas Maneiras, de Juliana Rojas e Marco Dutra
03. Pela Janela, de Caroline Leone
04. Cocote, de Nelson Carlo de Los Santos Arias
05. Custódia, de Xavier Legrand
06. 24 Frames, de Abbas Kiarostami
07. Três Anúncios para um Crime, de Martin McDonagh
08. O Dia Depois, de Hong Sang-soo
09. A Telenovela Errante, de Raúl Ruiz e Valeria Sarmiento
10. O Outro Lado da Esperança, de Aki Kaurismäki

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Christian Barroso | Mostreiro

01. Visages, Villages, de Agnès Varda e JR
02. O Amante de Um Dia, de Philippe Garrel
03. Scary Mother, de Ana Urushadze
04. O Dia Depois, de Hong Sang-soo
05. Cocote, de Nelson Carlo de los Santos Arias
06. Loveless, de Andrey Zvyagintsev
07. A Telenovela Errante, de Raúl Ruiz e Valeria Sarmiento
08. As Boas Maneiras, de Juliana Rojas e Marco Dutra
09. Custódia, de Xavier Legrand
10. Ana, Meu Amor, de Cãlin Peter Netzer

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Davi Mello | sem tambor, nem trompete

01. 24 Frames, de Abbas Kiarostami
02. Visages, Villages, de Agnès Varda e JR
03. Tempo de Qualidade, de Daan Bakker
04. O Vale das Sombras, de Jonas Matzow Gulbrandsen
05. Cocote, de Nelson Carlo de Los Santos Arias
06. Irmãos do Inverno, de Hlynur Pálmason
07. Esplendor, de Naomi Kawase
08. The Square, de Ruben Östland
09. As Boas Maneiras, de Juliana Rojas e Marco Dutra
10. O Amante de Um Dia, de Philippe Garrel

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Hélio Flores | Mostreiro

01. Visages, Villages, de Agnès Varda e JR
02. O Dia Depois, de Hong Sang-soo
03. As Boas Maneiras, de Juliana Rojas e Marco Dutra
04. O Amante de Um Dia, de Philippe Garrel
05. Abaixo a Gravidade, de Edgard Navarro
06. Zama, de Lucrecia Martel
07. Essa é a Nossa Terra, de Lucas Belvaux
08. A Trama, de Laurent Cantet
09. Outrage Coda, de Takeshi Kitano
10. Lucky, de John Carroll Lynch

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Isabel Wittmann | Estante da Sala

01. Visages, Villages, de Agnès Varda e JR
02. As Boas Maneiras, de Juliana Rojas e Marco Dutra
03. A Sombra da Árvore, de Haffsteinn Gunnar Sigurdsson
04. Scary Mother, de Ana Urushadze
05. O Dia Depois, de Hong Sang-soo
06. Loveless, de Andrey Zvyagintsev
07. Praça Paris, de Lúcia Murat
08. Operações de Garantia da Lei e da Ordem, de Júlia Murat
09. The Square, de Ruben Östland
10. Mulheres Divinas, de Petra Biondina Volpe

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Marcelo Ferreira | CINESe7e

01. Pororoca, de Constantin Popescu
02. The Square, de Ruben Östland
03. Loveless, de Andrey Zvyagintsev
04. O Outro Lado da Esperança, de Aki Kaurismäki
05. 1945, de Ferenc Török
06. Além das Palavras, de Urszula Antoniak
07. Happy End, de Michael Haneke
08. Espinho, de Gabriel Tzafka
09. O Vale das Sombras, de Jonas Matzow Gulbrandsen
10. Não Me Ame, de Alexandros Avranas

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Paula C. Ferraz | Sinny Assessoria

01. Custódia, de Xavier Legrand
02. Arábia, de Affonso Uchôa e João Dumans
03. Pela Janela, de Caroline Leone
04. A Noiva do Deserto, de Cecilia Atán e Valeria Pivato
05. Visages, Villages, de Agnès Varda e JR
06. A Sombra da Árvore, de Haffsteinn Gunnar Sigurdsson
07. Temporada de Caça, de Natalia Garagiola
08. Loveless, de Andrey Zvyagintsev
09. O Vale das Sombras, de Jonas Matzow Gulbrandsen
10. Djam, de Tony Gatlif

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Paulo Costa | Cine&Cia

01. Custódia, de Xavier Legrand
02. Três Anúncios Para Um Crime, de Martin McDonagh
03. The Square, de Ruben Östland
04. Com Amor, Van Gogh, de Dorota Kobiela e Hugh Welchman
05. Berenice Procura, de Allan Fiterman
06. Daphine, de Peter Mackie Burns
07. Human Flow – Não Existe Lar se Não Há para Onde Ir, de Ai Weiwei
08. Severina, de Felipe Hirsch
09. Golias, de Dominik Locher
10. Crianças da Noite, de Andrea de Sica

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Pedro Strazza | O Nerd Contra-Ataca

01. Visages, Villages, de Agnès Varda e JR
02. Arábia, de Affonso Uchôa e João Dumans
03. As Boas Maneiras, de Juliana Rojas e Marco Dutra
04. O Dia Depois, de Hong Sang-soo
05. O Amante de Um Dia, de Philippe Garrel
06. A Trama, de Laurent Cantet
07. Zama, de Lucrecia Martel
08. Outrage Coda, de Takeshi Kitano
09. A Telenovela Errante, de Raúl Ruiz e Valeria Sarmiento
10. Lucky, de John Carroll Lynch

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Rafael Carvalho | Moviola Digital

01. As Boas Maneiras, de Juliana Rojas e Marco Dutra
02. Scary Mother, de Ana Urushadze
03. O Dia Depois, de Hong Sang-soo
04. Loveless, de Andrey Zvyagintsev
05. Visages, Villages, de Agnès Varda e JR
06. Zama, de Lucrecia Martel
07. Custódia, de Xavier Legrand
08. O Amante de Um Dia, de Philippe Garrel
09. A Telenovela Errante, de Raúl Ruiz e Valeria Sarmiento
10. Cocote, de Nelson Carlo de Los Santos Arias

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Tiago Paes de Lira | Tem Um Tigre no Cinema

01. Human Flow – Não Existe Lar se Não Há para Onde Ir, de Ai Weiwei
02. Visages, Villages, de Agnès Varda e JR
03. Custódia, de Xavier Legrand
04. Os Versos Esquecidos, de Alireza Khatami
05. Scary Mother, de Ana Urushadze
06. Doce País, de Warwick Thornton
07. Feio e Cega, de Tom Lass
08. Pororoca, de Constantin Popescu
09. Em Que Tempo Vivemos?, de Walter Salles, Jia Zhangke e outros
10. O Dia Depois, de Hong Sang-soo

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Vinícius Colares | Mostreiro

01. As Boas Maneiras, de Juliana Rojas e Marco Dutra
02. O Dia Depois, de Hong Sang-soo
03. Bikini Moon, de Milcho Manchevski
04. Três Anúncios Para Um Crime, de Martin McDonagh
05. Zama, de Lucrecia Martel
06. The Square, de Ruben Östland
07. Pororoca, de Constantin Popescu
08. Os Versos Esquecidos, de Alireza Khatami
09. Gabriel e a Montanha, de Fellipe Barbosa
10. Com Amor, Van Gogh, de Dorota Kobiela e Hugh Welchman

 

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Vitor BúrigoCINEVITOR

01. Custódia, de Xavier Legrand
02. Três Anúncios Para Um Crime, de Martin McDonagh
03. The Square, de Ruben Östland
04. Loveless, de Andrey Zvyagintsev
05. O Pacto de Adriana, de Lissette Orozco
06. As Boas Maneiras, de Juliana Rojas e Marco Dutra
07. Scary Mother, de Ana Urushadze
08. A Trama, de Laurent Cantet
09. Gabriel e a Montanha, de Fellipe Barbosa
10. A Sombra da Árvore, de Haffsteinn Gunnar Sigurdsson

 

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Yuri Deliberalli | Discurso Cinematográfico

01. O Amante de Um Dia, de Philippe Garrel
02. Zama, de Lucrecia Martel
03. O Dia Depois, de Hong Sang-soo
04. Caniba, de Lucien Castaing-Taylor e Verena Paravel
05. 9 Dedos, de F. J. Ossang
06. Arábia, de Affonso Uchôa e João Dumans
07. Essa é a Nossa Terra, de Lucas Belvaux
08. Ramiro, de Manuel Mozos
09. Os 7 Desertores. de Paul Vecchiali
10. Visages, Villages, de Agnès Varda e JR

Sobre Alex Gonçalves
Editor do Cine Resenhas desde 2007, Alex Gonçalves é estudante de Jornalismo e viciado em música, fotografia, leitura e escrita. Mais informações na página "Sobre".

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