Fazendo uma retrospectiva do ano de 2009, até que não há um volume considerável de fitas de terror destinadas unicamente ao público adolescente. Somente as refilmagens de “Sexta-feira 13” e “Dia dos Namorados Macabro” estão para representar a mais recente safra. Mas há também “Pacto Secreto”, que assim como os dois títulos citados trata-se também de uma atualização de um cult oitentista, o inédito no Brasil “The House on Sorority Row”.
A premissa lembra o terrível “Um Crime Entre Amigas”, de 1999. Trata-se de “irmãs” de uma fraternidade que armam uma brincadeira de mal gosto que resulta na morte de uma delas. Jovens e com medo de terem os seus futuros totalmente destruídos pelo acidente, elas decidem ocultar o corpo da amiga e seguir com suas vidas. Mas eis que se passam oito meses e elas começam a ser ameaçadas por mensagens de celulares sinistras e pelas aparições de uma estranha pessoa coberta por um traje que muito se assemelha a dos psicopatas da cinessérie “Pânico” e “Eu Sei o Que Vocês Fizeram no Verão Passado”.
Não passa de uma bobagem, mas o filme é bem conduzido e rende bons momentos de suspense até determinado momento. O diretor Stewart Hendler, razoavelmente conhecido por aqui pelo suspense lançado diretamente em DVD “Reféns do Mal” (protagonizado por Josh Holloway, o Sawyer de “Lost”), investe na carnificina contida, mas até que imaginativa. A arma do psicopata da vez não é uma faca, gancho, serra elétrica ou navalhas, mas nada menos do que uma chave de roda (!). Porém, nada que vale muito a pena, já que “Pacto Secreto” trás a justificativa para a matança mais patética que há muito não se testemunhava.
Título Original: Sorority Row
Ano de Produção: 2009
Direção: Stewart Hendler
Elenco: Briana Evigan, Leah Pipes, Rumer Willis, Jamie Chung, Audrina Patridge, Margo Harshman, Julian Morris, Matt O’Leary, Caroline D’Amore, Maxx Hennard, Matt Lanter e Carrie Fisher.
Cotação: ![]()

Peguei ele para assistir, mas confesso que não me sinto inspirado.
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– Wally, eu fiquei com vontade de conferir o resultado dessa fita de Stewart Hendler porque fazia um tempo considerável que não via fitas recentes do gênero, como destaquei no primeiro parágrafo da resenha.
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