O americano Robert D. Yeoman tem uma carreira como diretor de fotografia em que se destaca o envolvimento em ótimas comédias, como “As Bem-Armadas” e “Missão Madrinha de Casamento”, ambas dirigidas pro Paul Feig. Como muitos sabem, é difícil o reconhecimento de qualquer profissional em uma comédia, um gênero lamentavelmente considerado pouco lisonjeiro. O jogo vira diante de suas contribuições com Wes Anderson, de quem é parceiro desde o início da carreira. É uma dupla perfeita, pois o rigor de Anderson está sempre em sintonia com o feito de Yeoman em alcançar uma estética simplesmente singular. Com “O Grande Hotel Budapeste”, Yeoman se supera ao traduzir em imagens o universo literário de Stefan Zweig, além do uso consciente de três janelas (1.37 : 1, 1.85 : 1 e 2.35 : 1) para ilustrar três tempos distintos.
Vencedor: “O Grande Hotel Budapeste” (Robert D. Yeoman)
Outros indicados: “Era Uma Vez em Nova York” | “Nebraska” | “Sin City: A Dama Fatal” | “Sob a Pele“
Em 2013: “Branca de Neve”
Em 2012: “Precisamos Falar Sobre o Kevin”
Em 2011: “Melancolia“
Em 2010: “Direito de Amar”
Em 2009: “Anticristo”
Em 2008: “Sem Medo de Morrer“
Em 2007: “Babel“

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