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Resenha Crítica | Frozen: Uma Aventura Congelante (2013)

Frozen: Uma Aventura Congelante | Frozen

Frozen, de Chris Buck e Jennifer Lee

Malévola” e “Caminhos da Floresta” denotaram o interesse da Disney em conferir um viés diferente do que estamos habituados a ver nos contos de fada. Como fica evidente na solução para o clímax no longa protagonizado por Angelina Jolie ou na obscuridade do musical de Rob Marshall, vivemos em um tempo em que não dá mais para encarar as mocinhas com ingenuidade e qualquer ação mais radical é bem-vinda. Lançado antes das duas obras citadas, a animação “Frozen: Uma Aventura Congelante” ajudou a abrir essa porta para novas possibilidades.

Em um reino, as irmãs Elsa (voz de Idina Menzel na dublagem em inglês) e Anna (Kristen Bell) são mantidas separadas. Elsa tem a capacidade de criar e manipular o gelo, o que fez os seus pais acreditarem que isso pudesse por em risco a vida da caçula Anna após uma brincadeira na infância resultar em acidente. Com a morte dos pais, Elsa deve suceder o reinado de Arendell ao completar 21 anos, mas a descoberta de seus poderes pelo povoado no dia da coroação a faz se refugiar em um lugar afastado de todos.

A necessidade de Elsa retornar a Arendell para impedir o inverno permanente que se instaurou, bem como a vontade de reestabelecer os laços afetivos, faz com que Anna inicie uma busca por ela. No entanto, Anna, que aceitou de imediato o pedido de casamento de Hans (Santino Fontana), começa a repensar os seus sentimentos ao contar com a presença Kristoff (Jonathan Groff), um homem das montanhas, para encontrar Elsa.

“Frozen: Uma Aventura Congelante” não se tornou um fenômeno instantâneo a troco de nada. Com codireção e roteiro de Jennifer Lee, essa adaptação de “A Rainha da Neve” dispensa os príncipes encantados para salvar o dia e ainda trazem duas protagonistas fortes. Se Anna é valente o suficiente para enfrentar riscos no reencontro com Elsa, esta se mostra livre de amarras para abraçar a sua essência, mudança representada com a bela canção “Let it Go”, um verdadeiro hino sobre autoaceitação.

4 Comments

  1. Cinéfila por Natureza Cinéfila por Natureza

    Alex, que bom ver que você gostou de “Frozen”. Pra mim, esse é um dos melhores filmes de 2013. Uma animação que atualiza, de uma certa maneira, os filmes da Disney, na medida em que ainda trabalha com os elementos clássicos dos longas desse estúdio. “Let it Go”, pra mim, é a cena e a música de 2014!

    • Kamila, concordo totalmente. Vamos torcer para que o encanto e a originalidade não se percam na já confirmada sequência.

  2. Qual é o seu nome preciso pra um trabalho colocar o nome do autor da resenha crítica do frozen e eu gostei da sua.Mas preciso do nome do autor da resenha

    • Olá, Sabrina. É esse mesmo que aparece no topo da postagem, Alex Gonçalves.

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